Inspirações do dia: quartos infantis

Acredito que a minha paixão por quartos infantis iria existir mesmo que eu não tivesse uma criança na minha vida. Sempre caio de amores quando vejo um ambiente bem planejado, lúdico, colorido e mágico, desejando, até, morar ali pra sempre rsrs! Em ambientes assim, é possível colocar a imaginação pra fora e ousar bastante, criando móveis e situações funcionais, ao mesmo tempo que bonitas e coloridas. Quando se é mãe de primeira viagem, é normal que a gente se perca um pouco em relação ao que é bonito e ao que é necessário. É importante colocar na cabeça que um quarto de bebê dura, no máximo, 2 anos. Depois disso, você verá que a sua criança vai ter necessidades diferentes, assim como vai precisar de espaços e brinquedos diferentes – e muito, mas muito lugar para esconder guardá-los -, então na hora de pensar no quarto do seu futuro bebê, é bom não gastar com algo que não poderá ser transformado em uma outra coisa. Já para as que são mamães a algum tempo, seja do segundo filho ou porque o seu bebê já anda-corre-fala-dá opinião, é bom levar em consideração as necessidades e gostos pessoais, não apenas seu, mas da criança também. Não adianta fazer um quarto todo rosa se a criança detesta essa cor. Mas também não dá pra fazer um quarto todo pintado do fundo do mar só porque ela gosta de sereias pois, acredite, esse gosto vai mudar em poucos meses.

Um toque de ousadia de faz necessário na hora de pensar em um ambiente infantil. Nele, mais que qualquer lugar, você poderá abusar de cores, estampas e móveis diferentes. Nada mais de ficar naquela mesmice de rosinha para meninas e azul para meninos. Listras, xadrez, estampas florais e geométricas, cores fortes, cores frias, móveis coloridos, tudo isso pode e deve ser usado e, ao final, você terá um ambiente único e apaixonante. Ainda não consegue imaginar? Separei várias imagens para servir como inspiração (e pra vocês se apaixonarem junto comigo).

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5 dicas para bombar suas vendas on line

Todo mundo tem aquelas peças que não usa mais/não dá mais/passou da moda e que você usou pouquíssimas vezes e/ou foi cara demais pra você simplesmente doar, não é verdade? Há exatos 10 anos, cansada de guardar peças assim, mas apegada demais para simplesmente dá-las a alguém, criei meu bazar on line chamado “Brechó da Jaci“. Naquela época – me sentindo a tia velha – usávamos blogs e perfis no Orkut para postar nossas fotos e disponibilizávamos de um número de conta para que os interessados depositassem o dinheiro. Ainda bem que tudo evoluiu e se modernizou e hoje é possível criar um site a baixo custo, com opções de pagamentos bem mais seguras para quem compra. Além disso, temos uma série de sites de vendas onde você se cadastra para criar um perfil e, nele, administra suas vendas, pagando uma porcentagem ao site para cada venda feita. Tudo que você precisa fazer é postar as fotos dos seus itens e torcer para que alguém esteja procurando exatamente por aquilo e bum, venda feita. Mas dá pra dar um empurrãozinho e fazer com que seus produtos chamem mais atenção. Então resolvi juntar aqui algumas dicas essenciais para que a sua lojinha on line deslanche.

Roupa Rasgada

1 – Só venda peças em bom estado

Por mais óbvia que pareça, é a regra nº 1 e é bem importante ser frisada. Há rasgões, furos, bolinhas no tecido, mancha de desodorante na axila? O tecido esticou? Diminuiu? O eletrônico ainda funciona? O livro está marcado/rasgado/comido por traças? Se a resposta foi sim para alguma dessas perguntas, não venda. Sempre que você estiver pensando em vender alguma roupa/quadro/celular/etc, pergunte-se primeiro se você compraria esse item. Se a resposta for sim, então vai em frente. É aquela regra básica do “não deseje para o próximo o que você não deseja para si mesmo”.

Money

2 – Peça preços justos

Existem algumas questões que você deve pensar na hora de colocar preço nas suas peças: o valor que você pagou nela no ato da compra, quanto tempo faz que você comprou e qual o estado que ela se encontra. No caso de roupa, ainda que ela tenha sido usada apenas uma vez e você tenha pago XY reais, na hora de revender, você deve cobrar apenas X. É certo que as marcas trabalham com coleções e uma peça da coleção de inverno você não vai conseguir achar no verão, mas arrisco dizer que você pode ter a sorte de encontrar algo parecido em outra loja, novinha com etiqueta e cheirinho de novo, pelo mesmo preço ou ainda menos. Então não é justo cobrar preço de loja numa peça já usada. Em caso de eletrônicos e móveis, é sempre bom colocar na descrição o tempo de uso, se já houve algum conserto, quantos cliques uma câmera teve, por exemplo, e todas essas informações que são úteis para quem vai comprar avaliar se o seu preço está justo em relação a um novo.

Composição

3 – Poste boas fotos

Não é necessário ter uma câmera profissional para fazer boas fotos. Com o próprio celular você consegue fazer imagens excelentes, desde que siga as seguintes dicas. A primeira de todas é ter cuidado quanto a iluminação. Se você fizer as fotos à noite ou num canto de pouca luz, além da imagem ficar escura, dependendo da qualidade da sua câmera, ela pode ficar granulada ou apresentar uma coloração diferente do que a peça realmente tem. O ideal é fazer as fotos usando a luz do dia mesmo, porque ainda que você use o flash, ele pode deixar a foto estourada e com aquela super sombra em volta. E a segunda dica é caprichar no cenário. Se as peças não vão estar vestidas no corpo, o ideal é dispor em alguma superfície lisa, de madeira ou toda branquinha. Dessa forma, a sua foto fica bem clean e a peça fotografada se destaca. Se quiser, você pode colocar alguns objetos pra compor a foto, como uma caneca de suco, uma jarrinha de flores, e coisas fofinhas assim, mas cuidado pra deixar bem claro que é só uma composição, ou vai surgir a dúvida de qual é o produto que está à venda.

Etiqueta

4 – Disponibilize detalhes

Tanto , na descrição quanto nas fotos, é bom você mostrar bem o estado que a peça a ser vendida está. Dessa forma a pessoa que está do outro lado da telinha vai poder ver direitinho, ainda que não esteja vendo ao vivo “com os olhos”, como a gente gosta de ver. Descreva tamanho/numeração, cor, tipo de material… No caso de sapatos, é sempre bom mostrar fotos bem próximas, especialmente da frente e de trás, que são as partes que podem se danificar com o uso. Mostrar o solado também é uma ótima ideia, pois dá pra ter uma noção do quão usado o calçado foi. Em caso de roupas, algumas marcas disponibilizam o tamanho da peça descrita em centímetros, então fotografe essa etiqueta e o possível comprador pode comparar o tamanho com as peças que ele já tem casa. No caso de vendas em grupos de Facebook, seja prático(a). Não adianta colocar todos os detalhes do mundo e esquecer o mais importante de tudo, que é o preço. Nada de ficar de segredo, mandar número do whatsapp ou pedir para a pessoa falar com você inbox. Defina seu preço e exponha-o. Caso haja possibilidade de negociação, deixe claro na sua descrição, mas nunca oculte.

Sorriso

5 – Seja simpático(a)

Sempre responda as perguntas com simpatia e educação, por mais que você ache que é uma “pergunta idiota” ou ainda que a resposta já esteja na sua descrição e mesmo assim a pessoa perguntou. Lembre-se que a sua intenção é vender e haja como uma boa vendedora. Sabe quando a gente entra numa loja e é atendida com má vontade pelo vendedor? Essa mesma sensação é passada quando a gente responde com sarcasmo e grosseria. Rapidez e praticidade também contam bastante. Se você não estiver on line diariamente para tomar conta dos seus anúncios, o comprador pode acabar desistindo e quem sai perdendo é você. Finalizada a compra, seja rápido(a) na ida aos correios (ou marque um encontro num lugar que fique bom para ambas as partes, em caso da pessoa ser da mesma cidade que você) e adicione um bilhetinho junto ao pacote, desejando que aquela peça que um dia foi sua, seja bem cuidada em seu novo lar.