Plantas em ambientes internos: como usar

Não há dúvidas quanto aos benefícios de se ter plantas dentro de casa. Além de dar uma sensação de aconchego e deixar o ambiente mais bonito, as plantas podem, literalmente, melhorar a sua saúde, uma vez que elas tem a capacidade de filtrar os poluentes e melhorar a qualidade do ar, além de outras vantagens que são explicadas melhor nesse post aqui.

É necessário, no entanto, se atentar aos cuidados que cada planta necessita e em casos de ter bichos de estimação em casa, pesquisar sobre quais plantas podem ser tóxicas para determinados animais. Existem plantas que necessitam de menos água, outras que precisam ser regadas diariamente, algumas que precisam da luz do sol, outras que podem ficar à sombras, etc etc, então para cada pessoa e ambiente, acredite, vai existir a planta ideal para você.

Já em relação a como dispor as plantas na decoração do seu ambiente, são infinitas as opções. Selecionei algumas ideias pra mostrar a você como ter um pouco de natureza dentro de ambientes urbanos podem transformar completamente o espaço, deixando mais agradável, confortável e bonito.

1 – Em vasos suspensos

Seja seguradas por corda, macramê, cordões de ferro, penduradas no teto, seguradas numa mão inglesa, ou como for, plantas em vasos suspensos dão um super charme ao ambiente. Nessa opção, é necessário atentar à altura do teto para que os vasos não se tornem um empecilho na área de circulação, assim como é melhor optar por plantas que necessitem ser regadas com menos frequência, uma vez que você precisará tirar elas para aguar ou manter um vasinho embaixo até que toda escoação seja feita.

2 – Na parede

Colocar os vasos em nichos e prateleiras é uma ótima maneira de preencher espaços de uma maneira bem agradável. E se você não tem muito espaço em casa e nem tem o pé direito alto, essa é uma ótima solução. Em casos de muitos vasos na mesma prateleira, fica bacana unificar usando o mesmo estilo de vaso, como por exemplo todos de cimento, ou todos branquinhos. De tal forma, você pode variar nas plantas de diversos tipo sem ficar com um ar de “bagunça”. Uma outra opção é usar e abusar de pallets para organizar os vasos de maneira vertical.

3 – No beiral/parapeito da janela

Essa opção é principalmente para quem mora em apartamento e não tem uma varanda para encher de plantinhas, e também para os fãs de suculentas e cactos pequenos. Manter os vasinhos no beiral da janela dá um super aconchego ao ambiente, mas é bom analisar quais tipos serão adequados, uma vez que elas receberão os raios solares direta e diariamente (embora você possa usar uma cortina nessa janela também). 

4 – Em vasos grandes no chão

Essa é uma das opções que eu mais gosto, porque dão uma bela preenchida no espaço tal como se fosse um móvel, como uma mesinha lateral, por exemplo. Nesse caso, fica melhor utilizar plantas de médio a grande porte. E você pode cobrir os vasos com cachepot de tecido, de madeira, vidro… Tem também os aramados para colocar os vasos, que por si só, já são um item decorativo e ainda auxiliar na hora de molhar as plantas, pois só é preciso colocar um pratinho embaixo até finalizar a escoação. 

5 – Dica bonus: solte a criatividade nos vasos!

Comprar um ou dois vasos, é tranquilo. Mas quando você tem 6757124581 plantinhas, as coisas começam a complicar, não é mesmo?! Então coloque a criatividade pra fora, pois tudo pode se transformar em um vaso: latas de leite, de achocolatado e até mesmo de refrigerante, canecas de chá e sopa, até mesmo aqueles vasinhos de lojas de R$ 1,99 podem se transformar com uma caneta permanente à mão. Outra opção é você mesma fazer seus vasos de cimento. No youtube tem vários vídeos ensinando e o gasto para produzi-los é super baixo. 

Como utilizar cobogós nos ambientes

Combobó, combogó, comogó, comongol, comungó… são muitas variações de um mesmo nome, mas todas querem dizer a mesma coisa. O cobogó é um elemento vazado, originalmente feito de cimento, que completa paredes e muros para possibilitar maior ventilação e luminosidade no interior de um imóvel, seja ele residencial ou comercial.

O seu nome deriva das iniciais dos sobrenomes de dois comerciantes e um engenheiro radicados no Recifes que o idealizaram: Amadeu Oliveira Coimbra, Ernest August Boeckmann e Antônio de Góis. Com inspiração nas tramas de madeira vazadas comuns na arquitetura árabe, esse elemento foi idealizado e patenteado em 1929, em Pernambuco, o que faz desse item não apenas 100% brasileiro, mas 100% pernambucano (bairrista, sim e daí?).

Inicialmente, os cobogós eram feitos de cimento, mas com o passar dos anos o elemento foi se popularizando e sendo fabricado em diversos materiais, como vidro, cerâmica e resina. Sua popularidade se dá pela funcionalidade: além de servir como um divisor de ambientes, permitindo que “vaze” luz e ventilação, o cobogó também é muito querido pelo seu estilo, que ao mesmo tempo que promove a separação e integração dos espaços, uma vez que podemos ver através da parede, também funciona como elemento decorativo.

De tal modo, é seguro afirmar que o cobogó funciona em qualquer tipo de ambiente, seja em espaços maiores onde é necessário fazer uma separação de ambientes, sem a perda de circulação de ar e luminosidade, como também em ambientes pequenos, onde se faz necessário integrar ambientes.

A seguir, vamos ver alguns exemplos de como usar esse elemento em diversas situações.